- Por Jorge Wamburg -
A deterioração moral da CBF não acabou com a saída de Ricardo Teixeira. Seu sucessor não teve o menor escrúpulo de passar a mão na grana de entidade para encher o próprio bolso, dobrando o próprio salário, como revela neste sábado (19) reportagem da Folha de São Paulo, da qual reproduzo o resumo que está na edição online do jornal (www.folha.com).
O presidente da CBF, José Maria Marin, aumentou, em menos de dois meses no cargo, o seu próprio salário e o dos principais integrantes da cúpula da entidade. Ele recebe R$ 160 mil mensais desde abril -- seu antecessor, Ricardo Teixeira, ganhava R$ 98 mil.
Essas informações estão na reportagem assinada por Sérgio Rangel. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
O texto publicado neste sábado também informa que, com o cargo de assessor especial da presidência, Marco Polo Del Nero, dirigente da Federação Paulista de Futebol, ganha um salário da CBF: R$ 130 mil por mês.
ENTIDADE DIZ NÃO FALAR SOBRE RENDIMENTOS
Via assessoria de imprensa, a CBF informou que não comentaria o valor dos salários dos seus profissionais. A entidade se limitou a declarar que não existe equiparação salarial entre os diretores. José Maria Marin está fora do Brasil. Ele assiste hoje a decisão da Copa dos Campeões na Alemanha.
Diante disso, só me resta dizer, parafraseando o Boris Casoy:
ISTO É UMA VERGONHA!
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